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quarta-feira, 24 de abril de 2013

Depressão pós parto!!


Depois de um longo periodo sem postagens, devido a mudanças profissionais, casamento e casa nova, estou retomando as publicações.
Hoje vou colocar rapidamente um quadro falando sobre depressão pós parto, pois ha dias escrevi um rascunho sobre tal. Assim que estiver pronto eu posto aqui.



Depressão pós parto tem tratamento!
Fique atento aos sinais!
Reconhecer o problema e procurar ajuda de um profissional são determinantes para garantir a saúde do bebê e da mãe.






sábado, 8 de outubro de 2011

Protesto contra Pedofilia!

Iniciada em 04/09  no... Facebook (uma das maiores redes sociais do mundo), uma campanha contra a violência infantil está chamando a atenção de todos, o objetivo é simples mas a causa é muito nobre, se trata de mudar a foto do perfil por uma imagem de um desenho animado até o dia 12/10, que é o dia das crianças. É certo que todo mundo sabe que mudar a foto do perfil não muda em nada a situação de milhares de crianças que sofrem de abuso, mas é uma forma de PROTESTO

A campanha no facebook contra violência infantil. Sem esperar, tomou proporções inacreditáveis. Milhões de pessoas já aderiram o protesto e colocaram foto de um desenho animado no perfil do facebook.

É certo que todo mundo sabe que mudar a foto do perfil não muda em nada a situação de milhares de crianças que sofrem de abuso, mas é uma forma de PROTESTO, uma forma de nós mesmos relembrarmos nossa infância que foi maravilhosa e buscar o mesmo para as crianças de hoje.
Mas o importante é DENUNCIAR, o e-mail da policia federal para denunciar é crime.internet@dpf.gov.br.
denuncie qualquer tipo de abuso, QUALQUER por menor que seja.
Disque denuncia específico contra violência contra crianças e adolescentes. Disque 100

Eu apoiei e estou divulgando o Dique 100 - para que as crianças tenham o que comemorar no dia 12/10!!!

sábado, 10 de setembro de 2011

cleptomania

É comum que novelas e notícias de jornais tratem de pessoas que, aparentemente, furtam apenas por prazer. Pouco comum é ouvirmos falar em pessoas que sofrem de cleptomania, uma doença psiquiátrica classificada como um tipo de Transtorno de Controle dos Impulsos.

Outros exemplos deste tipo de transtorno são os alimentares e as adições – que podem ser químicas (como o vício... em drogas e álcool), e não-químicas (como o vício pelo jogo).

"A cleptomania é um problema crônico, não tem cura, só acompanhamento. E demora a se chegar a um tratamento", afirma a psiquiatra do Einstein, Dra. Mara Fernandes Maranhão. "O indivíduo precisa estar sempre atento, pois existem períodos de mais vulnerabilidade como, por exemplo, os episódio que envolvem estresse", explica.

"A doença proporciona um prazer momentâneo em possuir algo que não é seu, muitas vezes sem valor monetário, e em fazer algo perigoso, proibido e de forma impulsiva. A pessoa sabe que pode prejudicar, mas não resiste ao ato de furtar", analisa a psiquiatra.

De acordo com ela, o indivíduo que sofre desta doença experimenta três momentos bem distintos:

Antes do ato, existe uma tensão crescente.
Durante o furto, a sensação é de prazer. O cérebro libera dopamina, que aciona o chamado sistema de recompensa
Por fim, depois do ato, a sensação é de culpa, remorso e vergonha, o que pode levar o indivíduo a um afastamento da sociedade.
A principal diferença entre o cleptomaníaco e um ladrão comum é que, para o segundo, existe a recompensa do valor do bem roubado.

"O indivíduo com esse tipo de transtorno muitas vezes nem chega a fazer uso dos objetos furtados, podendo guardá-los, devolvê-los ao dono, doá-los ou mesmo jogá-los fora", relata a médica.

Diagnóstico e tipos de tratamento

A cleptomania já vem sendo estudada há muitos anos, mas é de difícil diagnóstico por conta do preconceito do próprio paciente. Saber que o ato de furtar é socialmente condenado faz com que o paciente geralmente procure o psiquiatra por outros problemas, como depressão, ansiedade e transtornos de personalidade.

Segundo a psiquiatra, o aparecimento da doença costuma ocorrer no final da adolescência e início da idade adulta. "Apesar de existirem poucos estudos científicos sobre a cleptomania, ela parece acometer as mulheres mais frequentemente (mais ou menos 2/3 dos casos). Mas não se sabe se isso ocorre pelo fato de as mulheres procurarem mais ajuda do que os homens", explica a Dra. Mara.

A doença pode aparecer combinada a outro transtorno psiquiátrico e o tratamento também é um grande problema para os médicos, pois nem sempre atinge o resultado esperado.

Ele compreende terapias farmacológicas (em geral medicamentos que diminuem a impulsividade – como anticonvulsivantes e/ou antidepressivos) e não-farmacológicas.

Neste segundo grupo estão as terapias psicodinâmicas, que são de longo prazo e que não focam apenas nos sintomas, mas no significado dos atos para o indivíduo, e as chamadas cognitivo-comportamentais – que o ajudam a analisar o comportamento atual e a encontrar formas de modificá-lo.

FONTE: Hospital Albert Einstein

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Fé x Ciência....

Hoje estava atendendo no grupo de recepçãoque faço no posto e ouvi um relato que me motivou a escrever aqui...
Paciente com estado depressivo, com episódios de pânico, veio relatar que após se encontrar com leituras religiosas e fazer muitas orações, sentiu-se mais forte por lutar contra seus sintomas. Já havia pensado em desistir de viver, mas sua fé lhe impediu de tomar alguma atitude contra sua vida.
Bem, foi ai que comecei uma reflexão que talvez tenha tomado a maior parte do meu dia de hoje... Que fé é essa que faz uma pessoa sair de um estado de inercia e decidir por dar a volta por cima? Não foi o primeiro relato que ouvi sobre isso, mas não sei bem o porque, alguma coisa fez com que desse um "Click" na minha cabeça.
Diante de tanto sofrimento, é na fé que se encontra força para lutar contra todos os males que nos acometem. Muitas pessoas se curam com mais facilidade quando se tem fé.
Ter fé é acreditar que pode ser capaz de conseguir, que nada irá abalar. Ter fé é acreditar na medicina e na sabedoria dos médicos, é abrir o coração para as novas possibilidades.... E cura... cura mesmo, eu tenho visto muitos exemplos disso dentro dos consultórios da vida.
Então... de onde vem a sua fé?

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Cientistas no Brasil recriam neurônios de pacientes com esquizofrenia

Hj cheguei no posto e ouvi meu paciente cheio de esperança falar sobre a reportagem abaixo.
Só espero que os cientistas estejam no caminho certo... seria um grande passo a saúde mental!
Estamos na torcida!!!!

"Cientistas brasileiros conseguiram criar, em laboratório, neurônios iguais aos de pacientes com esquizofrenia. A identificação de alterações nas células vai ajudar na busca por novos tratamentos. O estudo foi apresentado nesta terça-feira (30) na Academia Brasileira de Ciências.
O laboratório da Universidade Federal do Rio de Janeiro funciona como uma espécie de fábrica de células. Lá, os cientistas brasileiros conseguiram recriar neurônios de pacientes que sofrem de esquizofrenia, um transtorno mental sem cura, mas controlado com medicamentos.
Os pesquisadores usaram um pedaço de pele de uma pessoa esquizofrênica e com a ajuda de um vírus forçaram essas células a voltar no tempo até virarem células-tronco embrionárias, que dão origem a vários tecidos. Assim fabricaram os neurônios.
Durante a pesquisa, a equipe brasileira fez uma descoberta. Os pesquisadores conseguiram identificar certas alterações nos neurônios de um paciente esquizofrênico. Eles consomem mais oxigênio e produzem mais radicais livres, o que pode provocar danos às células.
Os neurônios criados em laboratório devem ajudar os cientistas a entender melhor esse distúrbio mental e a encontrar medicamentos mais eficientes para tratar a esquizofrenia. As descobertas feitas podem trazer maior esperança a quase dois milhões de brasileiros que sofrem desse mal. O futuro promete ainda mais.
“A médio e longo prazo podemos vislumbrar o que chamamos de medicina individualizada, que é basicamente pegar o fragmento da pele de um paciente, transformar aquela pele em célula-tronco e depois em neurônio, e partir daí testar medicamentos buscando aqueles que são mais eficazes especificamente para aquele determinado paciente”, explica Stevens Rehen, professor do Instituto de Ciências Biomédicas da UFRJ.
Boa notícia para Ana Lucia e para a família. Já são 33 anos de convivência com a esquizofrenia, com médicos e preconceito. “Essa pesquisa é que vai resolver o nosso problema”, crê o aposentado José Augusto Jorge, pai de Ana Lucia. Emocionado, ele afirma que o choro é de esperança."

Fonte: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/08/cientistas-no-brasil-recriam-neuronios-de-pacientes-com-esquizofrenia.html

sábado, 27 de agosto de 2011

Dia do Psicologo!

Como hj, 27/08/2011, é dia do psicologo, não poderia deixar de fazer um post em homenagem a tds as pessoas que atuam nesta deliciosa e ardua profissão.
Tenho o privilegio de poder a cada dia  ver pessoas sairem de um estado doloroso e, aos poucos, irem se tornando pessoas mais aceitas por si mesmo. As vezes o caso mais complexo e doloroso, nos traz a maior satisfação, quando uma palavra ou um simples olhar nosso, tranforme aquele momento de dor e uma luz no fim do túnel.
Não posso dizer que vencemos sempre... entender o ser humano é muito dificil. Mas até mesmo nos erros, podemos conteplar a beleza de nossa profissão.
Eu posso dizer que sou apaixonada pelo ofício que escolhi atuar e que sou muito feliz por ter o privilegio de atuar neste mundo chamado Psiquê.
Como em todos dos dias que vou para o posto de saude ou para o consultorio eu penso nessa oração, então irei postar em homenagem a tds os psicologos e em agradecimento a Deus por ter me dado esta vocação:

Oração do Psicólogo
Senhor,
Só Você conhece em profundidade a criatura humana
Só Você é verdadeiro psicólogo.
Contudo, Senhor, aceite-me como seu ajudante.
Ensine-me as técnicas, oriente-me para não errar,
E quando eu falhar - sei que isso acontecerá -
venha depressa, Senhor, sanar o mal que fiz. 
Dê-me um entranhado amor e respeito
pela criatura humana. Não permite que a rotina, o cansaço
torne-me frio e indiferente ao outro. 
Dê-me bastante humildade para aceitar meus erros,
perdoa as ofensas e ajuda-me a
atribuir os êxitos a Você. 
Que no fim de cada dia, ao fazer minha revisão,
eu possa dizer em verdade:
Hoje fiz tudo quando dependeu de mim para
ajudar ao meu irmão. 
Obrigado, Senhor!

FELIZ DIA PARA TODOS NÓS!!!

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Cuidado com o Rivotril!

Rivotril NÃO é inócuo como tentam fazer crer  alguns psiquiatras, que o prescrevem sem muito critério. E Rivotril não é a solução ideal na maioria dos casos. Ninguém fica curado de pânico apenas tomando Rivotril. Recorrer a esse medicamento ao se manifestar a tristeza ou risco de depressão e uma ansiedade persistente também pode não ser o melhor caminho. Há que se tomar cuidado com os remédios, em especial os destinados a sintomas psicológicos. É preciso descobrir as causas dos sintomas, isto é, o que está por trás do entristecimento ou  do pânico,concomitantemente  ao uso do remédio ou  antes de começar a tomá-lo .

No caso do Rivotril, está havendo uma onda de prescrição dele, nem sempre à luz de criteriosa análise, a ponto de as vendas terem aumentado 37%  de 2006 a 2010. Em quatro anos,  subiram de 13 milhões e meio para 18 milhões e meio a venda de caixinhas de Rivotril. Ao todo são vendidos 14 milhões de caixas por ano, no Brasil,de acordo com levantamento do IMS Health, instituto que audita a indústria farmacêutica. Só perde para o anticoncepcional Microvlar.

E tanto sucesso só acontece no Brasil. Nos EUA, os médicos têm medo de receitá-lo, temendo serem processados. Isso porque, entre outros efeitos maléficos, o Rivotril provoca queda em idosos. Os psiquiatras sérios consideram que há abuso na indicação desse medicamento tarja preta, que causa dependência e pode provocar, também, sonolência, dificuldade de concentração e falhas da memória – verdadeiros “apagões” ou os famosos “brancos”.

Algumas das prováveis explicações para o uso exagerado do Rivotril pode ser o preço baixo, a ineficiência da Agência Nacional de Vigilância Sanitária e até um possível conluio entre médicos e a indústria farmacêutica,sempre preocupada com lucro e nunca com a saúde das pessoas.

O psiquitra Ronaldo Laranjeira, professor na Unifesp e coordenador da Uniad (Unidade de Pesquisa em Álcool e Drogas), alerta que três meses de uso do Rivotril já são suficientes para criar uma dependência da droga.

O psiquiatra Mauro Aranha de Lima, conselheiro do Cremesp (Conselho Regional de Medicina), afirma ser “evidente” que existe indicação inapropriada do remédio, especialmente por parte de médicos generalistas, não familiarizados com a saúde mental.  Segundo esse especialista, muitas pessoas já chegam ao consultório com queixas de ansiedade e pedindo o Rivotril. “As pessoas trabalham até tarde, chegam em casa ansiosas e querem dormir logo. Não relaxam, não se preparam para o sono. Tomar Rivotril ficou mais fácil”, diz ele, também presidente do Conselho Estadual Sobre Drogas.

Mas o corpo pode pagar um preço alto por esse comodismo e negligência com a saúde.

Reforçando: depressão, ansiedade, pânico e  outros distúrbios psicoemocionais NÃO SE CURA APENAS COM REMÉDIOS. Se há uma causa de fundo psicológico, obviamente é necessário psicoterapia para atacar a causa, e não apenas os sintomas.

Veja os efeitos colaterais observados por quem toma Rivotril, listados na bula do próprio medicamento:

.  Pode causar lentidão de reações, prejudicando a  habilidade de dirigir veículos ou operar máquinas.  Esse efeito é agravado pelo consumo de álcool. Portanto, quem toma Rivotril deve evitar dirigir, operar máquinas e exercer outras atividades que requeiram atenção, principalmente  nos primeiros dias do tratamento – masdepois também, em muitos casos.

. Pode causar convulsões:  em alguns estudos, até 30% dos pacientes apresentaram perda da atividade anticonvulsivante, sobretudo nos  três meses iniciais da administração. Em alguns casos, o ajuste de dose pode restabelecer a eficácia. Quando usado em pacientes nos quais coexistem vários tipos de distúrbios epilépticos, Rivotril pode aumentar a incidência ou precipitar o aparecimento de crises tônico-clônicas generalizadas (grande mal). Isso pode requerer a adição de anticonvulsivantes adequados ou aumento das dosagens deles.

. É desaconselhável para mulheres grávidas.

Tem mais efeitos colaterais:

“Distúrbios psiquiátricos: foram observados amnésia, alucinações, histeria, libido aumentada ou diminuída, insônia, psicose, tentativa de suicídio (os efeitos sobre o comportamento podem ocorrer com maior probabilidade em pacientes com história de distúrbios psiquiátricos), ataque de ansiedade, despersonalização, disforia, labilidade emocional, distúrbio de memória, desinibição orgânica, ideias suicidas, lamentações, diminuição da concentração, inquietação, confusão mental  e desorientação. A amnésia anterógrada pode ocorrer durante o uso de benzodiazepinas em doses terapêuticas, sendo que o risco aumenta com doses mais elevadas.

Foram observadas, ainda, as seguintes reações paradoxais: excitabilidade, irritabilidade, agressividade, agitação, nervosismo, hostilidade, ansiedade, distúrbios do sono, pesadelos e sonhos anormais. Em casos raros, pode ocorrer perda da libido. Distúrbios do sistema nervoso: sonolência, lentidão de reações, hipotonia muscular, tonturas, ataxia.

Também foram relatados: movimentos anormais dos olhos, afonia, movimentos coreiformes, coma, disdiadococinesia, aparência de “olho vítreo”, enxaqueca, hemiparesia, depressão respiratória, fala mal articulada, tremor, vertigem, perda do equilíbrio, coordenação anormal, sensação de cabeça leve, letargia, parestesia. Distúrbios oculares: distúrbios reversíveis da visão (diplopia), particularmente no tratamento a longo prazo ou de alta dose. Distúrbios cardiovasculares: palpitações, dor torácica. Foi relatada insuficiência cardíaca, incluindo parada cardíaca. Distúrbios do sistema respiratório: congestão pulmonar, rinorreia, respiração ofegante, hipersecreção nas vias respiratórias superiores, infecções das vias respiratórias superiores, tosse, bronquite, dispneia, rinite, congestão nasal, faringite. Pode ocorrer depressão respiratória.” (Fonte: Medicina Net)

 

fonte: http://psicopauta.wordpress.com/2011/02/

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

"Intervenções de Atividades Positivas"

"Intervenções de Atividades Positivas" recupera alegria em pessoas com depressão
Nova abordagem terapêutica foi desenvolvida por pesquisadores em psicologia, neurociência e em psicofarmacologia

Praticar atividades positivas pode servir como um tratamento eficaz e de baixo custo para as pessoas que sofrem de depressão, de acordo com pesquisadores da University of California, Riverside e do Duke Univ...ersity Medical Center. A equipe de pesquisadores em psicologia, neurociência e em psicofarmacologia está propondo uma nova abordagem no tratamento da depressão: as Intervenções de Atividades Positivas.

As intervenções são atividades intencionais como realizar atos de bondade, praticar o otimismo e pensar nas coisas boas que se tem. Foram criadas a partir de décadas de pesquisas sobre como as pessoas felizes e infelizes são diferentes. Esta nova abordagem pode beneficiar os indivíduos deprimidos que não respondem à farmacoterapia, que não são capazes ou que não estão dispostos a obter tratamento, é menos caro para se administrar, é relativamente menos demorado e promete trazer uma melhora rápida nos sintomas de humor, tem pouco ou nenhum estigma, e não traz qualquer efeito colateral.

Mais de 16 milhões de adultos nos EUA (8% da população) sofrem de depressão profunda ou crônica. Cerca de 70% dos casos relatados ou não recebem o nível de tratamento recomendado ou não recebe qualquer tratamento, de acordo com o Instituto Nacional de Saúde Mental. Globalmente, a Organização Mundial de Saúde estima que a depressão afeta mais de 100 milhões de pessoas.

Embora os antidepressivos possam ser a salvação para alguns indivíduos, o tratamento inicial produz benefícios em apenas 30% a 40% dos pacientes. Mesmo depois de tentar de 2 a 4 medicamentos diferentes, um terço deles continuarão deprimidos.

A equipe de pesquisa realizou uma rigorosa revisão de estudos anteriores, incluindo intervenções aleatórias e controladas feitas com milhares de homens e mulheres normais, bem como exames de ressonância magnética funcional em pessoas com sintomas depressivos. "Ao longo das últimas décadas, os estudos de psicologia social sobre indivíduos felizes, otimistas e gratos produziram uma grande quantidade de novas informações sobre os benefícios das intervenções de atividades positivas sobre o humor e o bem-estar", disse a professora de psychology Sonja Lyubomirsky, diretora do Positive Psychology Laboratory at UC Riverside.

No entanto, tais descobertas ainda não entraram para a linha principal da prática psiquiátrica. "Poucos psiquiatras colaboram com os cientistas sociais e ninguém na minha área lê as revistas nas quais a maioria dos estudos sobre a felicidade têm sido publicados. Foi esclarecedor para mim como um psicofarmacologista ter acesso a esta literatura", disse o pesquisador P. Murali Doraiswamy, da Duke University.

Segundo Lyubomirsky, depois que ela e Doraiswamy trocaram notas, "a pergunta óbvia que apareceu foi se poderíamos aproveitar a base de investigação das Intervenções de Atividades Positivas para projetar intervenções para estimular as pessoas clinicamente deprimidas a se moverem além do ponto de simplesmente não se sentirem deprimidas para o ponto de se sentirem felizes".

Embora o artigo tenha concluído que estas intervenções sejam eficazes para ensinar os indivíduos formas de aumentar o pensamento positivo, o afeto e os comportamentos positivos, apenas dois estudos testaram especificamente estas atividades em indivíduos com depressão leve.

Em um deles, melhorias duradouras foram encontradas durante seis meses. " Muitas vezes as pessoas subestimam o impacto a longo prazo de praticar atividades positivas breves" , disse Lyubomirsky.

A revisão que os pesquisadores fizeram de estudos de imagens cerebrais também os levou a teorizar que as intervenções podem agir para impulsionar os mecanismos de recompensa-prazer e reverter a apatia, um dos principais benefícios que normalmente não provém do tratamento feito somente com medicação.

Apesar de as Intervenções de Atividades Positivas parecerem ser uma terapia promissora para formas leves de depressão, elas ainda não foram totalmente estudadas em pessoas com formas moderadas a graves de depressão. Precisamos de mais estudos antes que elas possam ser aplicadas para ajudar tais pacientes", advertiu Doraiswamy.

Recebi essa reportagem no facebook... e achei legal publicar!!!!

Bjs e ate a proxima

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Ansiedade, medo e fobia

 Mesmo eu não sendo comportamentalista, achei esse texto bastante valido!

"Quando uma pessoa é confrontada com situação de ameaça à sua integridade física, seja num contexto em que está prestes a ser agredida, ou na iminência de se envolver num acidente é freqüentemente experienciada a reação de medo. Essa reação é composta de respostas comportamentais (olhos arregalados, tremores, imobilidade inicial com fuga posterior, etc.) e fisiológicas (aumento do tônus muscular, irregularidade dos movimentos respiratórios, aceleração dos batimentos cardíacos, etc.), e geralmente é tida como uma experiência extremamente desagradável.
Mas, quando o perigo é vago e persistente, pode-se experienciar ansiedade. A ansiedade é um estado de apreensão diante do contexto de ameaça que não está muito claro ou diante da situação de conflito, em que tanto conseqüências boas quanto ruins podem se seguir a algumas das nossas ações.
Tanto o medo quanto a ansiedade são estados corporais que envolvem alterações comportamentais e fisiológicas normais quando apresentados em situações de ameaça “concreta” àquele que os experiencia. Entretanto, níveis intensos de medo e/ou ansiedade podem ser apresentados em contextos rotineiros, tais como dirigir um carro, falar em público, ir ao trabalho ou cumprimentar uma pessoa conhecida. Esses níveis descontextualizados e disfuncionais de ansiedade podem perturbar o desempenho de tarefas, prejudicar o raciocínio e comprometer uma vida saudável. São exemplos de ansiedade disfuncional: transtorno do pânico, transtorno de ansiedade generalizada, transtorno obsessivo-compulsivo e transtorno do estresse pós-traumático.
Já o medo exagerado com conseqüente evitação de situações relacionadas com o evento/objeto temido é conhecido como fobia. Como exemplos de fobias temos: agorafobia, fobias específicas (de animais, de viajar de avião, de lugares fechados) e fobia social." 
Link: http://www.inpaonline.com.br/clinica/ans_medo_fobia.htm


Bjs e até o prox post!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Medo....



Você tem medo de que?